quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Dia do software livre na SECCOMP 2007

Depois de 5 longos dias - entre o chamado e a apresentação de fato - eu quase não dormi, e não foi exagero. As pessoas que me acompanharam no desenrolar dos slides e elaboração do tema sabem que foi uma coisa única. E numa dessas só tenho que agradecer a essas pessoas: Edjunior e Sérgio por me ajudar a preparar os slides. Finch, Ju, Clinton, Void e Nada pela organização da SECCOMP e pelo convite para falar nela. Valeu mesmo galera. (desculpe se esqueci de alguem)
Então vamos lá, minhas impressões sobre o dia do software livre na nossa SECCOMP 2007:

Avi Alkalay, IBM Brasil
Avi deu sua (por que não dizer) aula sobre formatos abertos e ODF. Sua importância e relevância para governos, universidades e a população. Explicou um pouco da politicagem que envolve a M$, ECMA e o OpenXML (que de open não tem nada). Entenda que quando você usa um padrão de codificação de arquivo (seja para textos, imagens ou mídia) a propriedade intelectual vai para a empresa que detém esse formato fechado. A M$ só não se apodera dessas coisas por que não tem cara de pau suficiente. Imagine também o problema que se tem entre incompatibilidade (obviamente proposital) entre versões de arquivos Office, arquivos importantes do governo que não abrem mais e etc. Adotemos ODF! O que deu o tchãn na palestra foi saber que Avi se formou no nosso mesmo campus de Rio Claro, teve aula com alguns de nossos professores e tinha várias histórias a contar.

Rafael Peregrino, Linux Magazine
Este foi o showman da noite! Mostrou o uso da plataforma Linux em vários segmentos da TI no mundo. Desde PDA e telefones celulares (como é o caso da nova linha da Motorola e a série N800 e N810 da Nokia) passando por computadores caseiros e indo até servidores e equipamentos de telecon. Mostrou infinitos slides com gráficos de pizza, barrinhas coloridas e desenhos. Seu humor seco sobre Linux e M$ deu o tom alegre à palestra.

Eu, por mim mesmo e meus amigos
Depois de dois gigantes do mundo Open Source eu parecia uma formiguinha. O que falar da minha apresentação. Medo, facínio, insegurança e prazer de passar o conhecimento a frente. Estava pensando muito nesse assunto nos últimos dias. Seria quase um egoísmo guardar aquilo pra mim: Decidi encarar o desafio e passar as coisas a frente :-) O que o pessoal tem que ficar na cabeça é: Não haveria web 2.0 se não houvessem padrões livres! Essa é a chave da brincadeira!



Agradeço novamente a todos que tornaram isso possível. :-)
E aguardem as fotos, ainda não chegaram.
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