domingo, 28 de setembro de 2008

Imagem trash da semana

Fui à casa de mamãe esse final de semana. Almoço de família, namorada voltando pro Rio e precisávamos imprimir o check-in. Estavamos meio em cima da hora e instalar a véia HP de guerra no Ubuntu ia ser dureza. Não deu outra...

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

otubo no Software Freedom Day, parte II

Pronto. Foi. Apresentei!
cartaz do software freedom day em solução ruim,
clique para aumentar

É completamente impagável ver as pessoas (aquelas que não estão dormindo, claro) com sorriso nos olhos e com fome de informação. Você fala sobre padrões abertos e custo de licença de software pra faculdade e elas respondem balançando a cabeça positivamente.

Esse foi o brainstorm:



E o resultado foi esse:




Muito obrigado comissão (por convidar), obrigado namorada (por aguentar o nervoso) e valeu Guilherme (por me aturar também). Valeu Edjunior e Ursinha por me ajudar com as idéias dos slides :-)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

[UPDATE] Otubo no Software Freedom Day

Como assim? Denovo? Parece que foi ontem que eu falei de software livre e web 2.0 lá na tão querida e saudosa Unesp-RC. Agora me chamaram no GTalk e: "Zero, que tal esse ano denovo?" Fuck! Assim eu não aguento :-)
Bom pessoal, trocando em miúdos: Sim, eu fui convidado a dar uma palestra no dia do Software Livre na Seccomp desse ano (Yaaaay!) Estava MUITO indeciso em aceitar por estar um pouco em cima da hora. Fiquei com medo de não conseguir escolher um tema bom ou não conseguir preparar uma apresentação decente e no nível que o pessoal gosta de ver.

Mas o fato é, cá estou, aceitei o convite e já decidi o tema: "Modelo de desenvolvimento de software livre". O objetivo da palestra é justamente desmistificar a idéia de software livre para os alunos. Eu bem sei que os alunos de lá tem ainda um pouco de costume de bitolar pensar apenas em Java software proprietário e acreditar que apenas esse modelo paga as baladas as contas. Obviamente que não. Vou tentar levar a cultura de software livre e open source pra moçada, falaremos do bazaar, de IRC, lista de emails, patches, bugzilla, versionamento e até de cultura hacker. A pauta está bem pretenciosa, mas vou me esforçar ao máximo pra tentar cobrir esses temas :-)

A minha palestra será no dia 24/set. E é tudo o que eu sei :-D . Ainda não tem hotsite pra linkar, eu não sei ONDE, nem QUE HORAS... Mas sei que vai ser a noite e em Rio Claro. Se não for no campus vai ser naquele lugar onde foi ano passado que eu não lembro mais o nome.

E deixo aqui um muito obrigado pra organização da Seccomp'08 por me convidar novamente pra falar sobre software livre! É um assunto que eu gosto e passar conhecimento à frente é algo que sempre faço de muito bom grado. :-) Valeu!

Sorte pra mim!

[update: 15/set/08]
Panaggio e demais, a palestra está confirmada para dia 24/set mesmo. Pelo que conversei com a Ju, esse ano, o dia do software livre não vai ser junto com a Seccomp. Não me perguntem por que.

[update 17/09/2008]
Mais breaking news! O evento fará parte do Software Freedom Day. Evento mundial que divulga software de código aberto com palestras, workshops e mesas redondas. Woow, ta ficando cada vez mais divertido! :-)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

oC no segundo #Descolagem do #NAVE

Quentinho, saindo do forno direto do oniscienteColetivo:

Como o @trecker já disse por aqui mesmo, o evento é fodástico por natureza. Aquele lugar cheira tecnolgia e inovação. Realmente uma pena eu não poder ter ido ao primeiro #descolagem. E agora um aviso: Este post não trata do evento em si, suas despalestras, asuntos interessantes ou #botecamp. Vou falar de uma discussão que esse evento gerou aqui em casa: O acesso de forma elitisada à informação.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

AgendaSP, motivos de sobra pra sair de casa

E mais um serviço de utilidade pública vem ao ar! AgendaSP veio para te tirar de casa no final de semana. É um blog a princípio editado apenas por mim e pela Fer Pimenta que traŕa atualizações constantes de eventos da cidade de São Paulo e interior. Do site:

AgendaSP é simples assim: Filmes, shows, peças qualquer coisa interessantes que acontecem em São Paulo e região pra você ter motivos de sobra pra não esquentar o sofá no final de semana.

domingo, 31 de agosto de 2008

Assistindo filmes do seu PSP [Linux]

Meta: Cof, cof, cof... Muita poeira e teira de aranha por aqui. Agora desculpa pra não postar eu não tenho. Estou com uma lista de posts iteressantes pra escrever e o movimento por aqui promete subir. Sim, eu voltei! :-P

Desde que comprei me brinquedo novo, meu PSP Slim, estive pensando em como exatamente poderia colocar filmes nele pra assisitr. Explico a complicação: Apenas colocar o filme não funcionou. Encodar pra um framerate determinado também não funcionou. Até que, googleando por ai, achei finalmente a fórmula mágica o shell script pra conseguir deixar o vídeo no formato certinho pra copiar pro PSP.

O script é bem simples, depois que você descobre todos os parâmetros certinho


#!/bin/bash

video=$1
tmp=/tmp

video_number=$2
IFS="
"

ffmpeg -i $video -f psp -r 29.97 -b 768k -ar 24000 -ab 64k -s 320x240 $tmp/M4V0000$video_number.MP4

ffmpeg -y -i $video -f image2 -ss 5 -vframes 1 -s 160x120 -an $tmp/M4V0000$video_number.THM

E agora alguns esclarecimentos: Sim, o vídeo precisa ter exatamente aquele bitrate (768) e o áudio precisa ter exatamente aquele bitrate (64), precisa ter necessariamente aquela resolução (320x240) e precisa SIM ter o nome do vídeo no formato M4V(um númro de 5 dígitos).MP4. A segunda linha do ffmpeg é pra só pra criar um thumbnail pra aparecer na talinha do PSP.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Top 5 momentos revolucionários de "Cavaleiro das Trevas"

Este post foi retirado do blog Topismos, e o motivo é simples: Eu estava pensando em escrever algo sobre o Cavaleiro das Trevas, mas logo vi que os tópicos discutidos pelo Denis em seu post já eram suficiente. E agora, com a devida autorização, clipo aqui o post na íntegra. Boa leitura. :-)


Desde que os super-heróis tomaram as telas, certos filmes se destacam criando novos paradigmas para um gênero já consagrado do cinema internacional. Se Richard Donner nos fez acreditar que um homem poderia voar em 1978, Brian Singer e Sam Raimi materializaram os impossíveis e impressionantes super-poderes em plena realidade, Christopher Nolan nos provou que existe muito mais do que a "capa e a espada" nas filmagens de histórias em quadrinhos. Com os pés calcados nas melhores novelas gráficas, Nolan criou um Batman sombrio, realista e livre de uma cenografia caricatural. Seguem agora 5 pontos que revolucionarão o gênero dos heróis no cinema depois da estréia de "Cavaleiro das Trevas":

5) Finalmente um roteiro não infantilizado: Nada de cenas óbvias em que os cidadãos em perigo aguardam ansiosamente o resgate nas mãos do destemido herói mascarado. Em "Cavaleiro das Trevas", temos diversas situações apresentadas como peças de um elaborado esquema em dominó. Uma derrubando a outra e criando novos e complexos problemas que não podem ser resolvidos por um único sobrevôo ou o desarmar de uma bomba nos últimos segundos. Como uma peça de cinema ímpar, o filme mistura gêneros como policial e gangster ao drama característico dos quadrinhos chegando a fazer inveja em filmes como o recente "Os Infiltrados".

4) Um Batman que questiona seu papel em Gotham: Ele não é um herói. Ele é o que Gotham precisa que ele seja, e essa linha é cada vez mais sombria. Agindo como uma espécie de "quinto poder", o Batman interfere politicamente em todas as esferas do poder de Gotham, papel que poderia muito bem caber a Bruce Wayne (por seu estupendo poder aquisitivo), mas que por integridade e por segurança dos entes queridos, acaba se mantendo "alienado" dos perigos de uma cidade tomada por criminosos "bem reais". Durante todo o filme questionamos se o Batman influenciou positiva ou negativamente os destinos de Gotham.

3) Nenhuma menção ao trauma de Bruce Wayne: Nada de flashbacks infantis, nada de criança chorando a morte dos pais, nada de foto sobre a lareira. O super-explorado trauma do Batman é passado e não precisa ser revivido. Só isso já conta como momento revolucionário na trama de um herói. O passado é sempre o motor que os conduz, mas tomando isso como obviedade, Nolan assumiu o risco de não revisitar o trágico assassinato dos pais de Bruce. Sabemos que eles morreram, sabemos que isso marcou Bruce e criou o Batman e só isso basta.

2) Um Coringa sem passado e sem motivos: No começo ficamos assustados. Será que o novo Coringa irá mesmo nos contar sobre sua relação com o pai? Logo descobrimos que existem muitos truques por baixo das mangas roxas do "Palhaço do crime". Em "Cavaleiro das Trevas", o Coringa é uma criatura que não existe socialmente. Suas digitais são impossíveis de rastrear, suas motivações são puramente caóticas, em seu bolso temos apenas facas (armas que não podem ser rastreadas) e seu único motivo de existir é infligir a anarquia generalizada. É, ou não é, uma revolução?

1) A linha tênue entre o bem e o mal fica mais tênue: Quem é bom? Quem é mal? O Batman possui um certo conjunto incorruptível de valores. Valores que o impedem até mesmo de espionar toda a população de Gotham (mesmo sabendo que isso seria de grande ajuda no combate ao crime). Seria o Coringa totalmente insano ou seria a insanidade o único modo de viver liberto de uma sociedade corrupta? Matar um indivíduo gera uma reação, mas matar um individuo de certa posição (um prefeito, por exemplo), gera uma reação muito maior. "E por quê?", questiona o Coringa. Seremos todos nós podres? Será apenas Harvey Dent? Onde estão os limites entre o certo e o errado?

Deu pra perceber por que o "Cavaleiro das Trevas" mudará o mundo e os super-heróis para sempre? E eu nem gosto tanto do Batman, mas irei correndo assisti-lo de novo!